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Aquidabã Centro Automotivo - Rodas e Pneus

Centro Automotivo Rodas e Pneus. Aquidaban Rodas&Pneus abre sua terceira loja. Traz para Sousas, o mesmo jeito de atender bem, com qualidades e preços competitivos o que faz o sucesso das duas primeiras. Contato: (19) 33813402 ou ID93*101971 ou ID93*101973 ou ID129*11314 ou ID129*11162. Temos sistema Leva e Traz Fo

ver mapa Endereço: Av. Antônio Carlos Couto de Barros, 1166 (Em frente ao Cartum) - Sousas
Fone: (19) 3258-8831 / (19) 3381-3402 / (19) 3234-0742

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Aquidabã Rodas e Pneus

Horário de Funcionamento:

Segunda a Sexta: Das 8H as 18H

Sábados: das 8h as 12h

Facebook: https://www.facebook.com/aquidaban.rodas

Agora em Sousas, o consumidor terá um atendimento diferenciado no setor automotivo.

Aquidaban Rodas&Pneus abre sua terceira loja. Traz para Sousas, o mesmo jeito de atender bem, com qualidades e preços competitivos o que faz o sucesso das duas primeiras.

Os proprietários, Kleber e Érika, que moram no distrito de Sousas, depois de uma longa pesquisa, trouxeram todo o know-how adquirido ao longo do tempo nas lojas do centro de Campinas, uma na avenida Aquidabã e outra na José Paulino.

Com produtos de primeira linha e muitimarcas, a loja contará com profissionais altamente qualificados para entregar o seu carro no menor tempo possível.

A Aquidaban já possui uma lista de clientes de Sousas e Joaquim Egídio e agora, procurou facilitar com a menor distância.

Com o crescimento do Distrito e a carência do setor nessa região, a Aquidaban Rodas e Pneus montou, neste endereço, um Centro Automotivo Completo com rodas, pneus, suspensão, freios, amortecedores, escapamentos, vulcanização, reforma completa de rodas, rebaizamento de veículos e muito mais!

Tudo em uma só loja, com qualidade de preços sem precisar sair de Sousas!!!

Garantindo maior comodidade ao cliente, a empresa oferece o siatema Leva e Traz gratiíto dentro do Distrito de Sousas e Joaquim Egídio.

 

Lojas

Loja 1

Rua Aquidabã, 200, Centro - Campinas

Telefones: 32326232  /  33811915

 

Loja 2 

Rua José Paulino, 73 - Centro - Campinas

Telefone: 33080015

 

Loja 3 

Av. Antônio Carlos Couto de Barros, 1166, Sousas - Campinas

Telefones: 32588832 / 32913402

 

Serviços e Produtos

Auto Center

Centro Automotivo Rodas e Pneus

Tornearia para Rodas

Suspensão

Freios

Amortecedores

Alinhamento Computadorizado

Balanceamento

Rebaixamento nde Veículos (suspensão preparada)

Escapamentos

Limpeza de Bicos

Troca de Óleo

Baterias

Extintores

Limpador de Parabrisa

Rodas novas e semi-novas até o ARO 24

Pneus novos até o ARO 24 de todas as marcas e Remold e semi-novos

Reforma completa de rodas (Pintura elestrostática, jateamento, solda, diamantação e alinhamento de rodas)

Borracharia completa e vulcanização em Pneus

 

Rodas e Pneus

Rodas novas e semi-novas até o ARO 24

Pneus novos até o ARO 24 de todas as marcas e Remold e semi-novos

Reforma completa de rodas (Pintura elestrostática, jateamento, solda, diamantação e alinhamento de rodas)

Borracharia completa e vulcanização em Pneus

Vulcanização de Pneus

Vulcanização tecnicamente, grosso modo, é o processo de criação da borracha através do aquecimento do composto a base de enxofre e o posterior resfriamento rápido.

Nas borracharias vulcanização é o nome dado a recuperação de pneus cortados, que por também usar o composto cru da borracha, calor e posterior resfriamento justifica-se o empréstimo do termo. Um equívoco comum entre os clientes perguntar se a borracharia “vulcaniza a frio”. Não existe vulcanização “a frio” – Vulcanização é sempre “a quente” tanto que o nome Vulcanização segue a mesma origem etimológica da palavra Vulcão. Outro equívoco comum e confundir o termo vulcanização com Galvanização. Galvanização é um tratamento que o ferro sofre para se evitar ferrugem no material; Portanto Se é borracha  é vulcanização se é vulcanização é “a quente”.

1-Como é feito uma vulcanização?

O serviço de vulcanização é a fusão (calor) de materiais próprios da composição de um pneu (borracha, lona, nylon) sobre uma área cortada reconstituindo o dano sobre o pneu.

2-A Vulcanização é um processo seguro?

Sim, desde que realizada por profissional capacitado

 

Amortecedores e Suspensão

O amortecedor é um equipamento muito importante para garantir a segurança do veículo. As primeiras consequências de danos a esse item são a perda de estabilidade e o desgaste prematuro dos pneus. Por isso é muito importante estar atento à hora de trocá-lo.

Alguns fabricantes afirmam que é mais provável que o condutor precise realizar a troca dos amortecedores a partir dos 40.000km rodados. Mas especialistas dizem que não é possível estipular um prazo exato de validade, pois há variáveis como o modelo do carro, o tipo de terreno que o motorista costuma enfrentar com mais frequência, o nível de carga que carrega e o modo de dirigir. Ou seja, pode ser que seu equipamento precise ser trocado bem antes desse limite.

Uma das funções dos amortecedores é evitar que a carroceria do carro balance de forma excessiva e perigosa, por isso eles devem estar em bom estado, para garantir o equilíbrio do veículo. A forma como o carro se “comporta” em determinadas situações também pode indicar problemas nos amortecedores, como por exemplo, queda na estabilidade em curvas, aumento da distância para frenagem, desgaste de pneus e peças da suspensão, aumento do risco de aquaplanagem e balanço excessivo e vibrações.

Faça revisões periódicas a fim de detectar o menor sinal de desgaste dos amortecedores.  Se não for possível substituir todos os amortecedores, troque ao menos os pares dianteiros ou traseiros. Especialistas informam que manter um novo e um desgastado no mesmo eixo pode comprometer a segurança em freadas. Fique atento e escolha os caminhos menos irregulares quando estiver conduzindo seu veículo. Quanto menos os amortecedores trabalharem, mais vão durar. Em terrenos difíceis, o ideal é transitar mais devagar e superar as lombadas em velocidade compatível.

Garantir uma boa conservação do veículo é um papel importante do condutor que zela por segurança. Faça o que está ao seu alcance para diminuir os riscos de um acidente de trânsito!ntrole das oscilações da mola e também visa manter a roda em contato contínuo com o chão.

Suspensão

O sistema de suspensão evolui muito. Surgiu com os primeiros feixes de molas com amortecedores de cinta e chegou aos dias atuais com soluções como controle hidráulico. Os conjuntos modernos integram programas eletrônicos com sensores que monitoram desde a altura do carro em relação ao solo até sua estabilidade.

Se tiver problemas, a suspensão não absorverá de forma eficaz as irregularidades do solo. Isso fará com que os solavancos sejam transmitidos aos ocupantes do veículo.

Segundo Paulo Lozano, diretor Técnico da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), para que tudo funcione bem, o veículo precisa estar corretamente alinhado e balanceado. “Recomendo que além do alinhamento e balanceamento, em média a cada 10 mil km, o condutor faça o rodízio dos pneus e aproveite que o veículo estará suspenso para checar todo o sistema.”

Lozano recomenda que se o motorista perceber anormalidades deve levar o carro imediatamente para revisão. “Batidas fortes em obstáculos também requerem cuidados. Com a pancada, alguma peça pode ter sido deformada”, explica.

Segundo o engenheiro, a troca de amortecedores, bandejas, quadros de suspensão, pinos esféricos (pivôs) e molas, não pode ser feita de forma aleatória. “As substituições das peças precisam seguir o que recomenda o manual do veículo. Mas, dependendo de como o carro é usado, esse prazo pode ser alterado. Nesses casos deve-se procurar um especialista.”

Os amortecedores devem ser substituídos quando estiverem amassados, com quebra nas fixações ou vazamento de óleo. Também é recomendável a troca se o veículo apresentar falta de aderência em curvas. A empresa recomenda que os amortecedores sejam checados em média a cada 10 mil km e sempre aos pares. As molas também precisam ser trocadas se a carroceria apresentar altura desigual em relação ao solo. O controle das oscilações da mola e também visa manter a roda em contato contínuo com o chão.

 

Alinhamento Computadorizado e Balanceamento

Alinhar a direção envolve ajustar, colocando dentro de parâmetros determinados pelo fabricante, três ângulos: convergência, câmber (ou cambagem) e cáster. Convergência é a abertura horizontal entre duas rodas de um mesmo eixo. Se mais afastadas na frente, a direção é divergente; se mais abertas atrás, convergente. Câmber, ou cambagem, é o posicionamento vertical das rodas. É positivo se as rodas convergem para baixo, ficando mais distantes no topo; negativo se ficam mais distantes no ponto de contato com o solo, convergindo para cima; e neutro ou nulo, se ficam perpendiculares ao solo.

Finalmente, cáster é o ângulo de inclinação do eixo do pino-mestre, que fixa a roda à suspensão, em relação à vertical e ao eixo longitudinal do veículo. Influi diretamente na estabilidade direcional: quanto maior o efeito do ângulo de cáster, mais intensas serão as forças de realinhamento da direção após as curvas. Outro benefício ocorre nas curvas, quando um cáster elevado torna mais negativa a cambagem da roda externa e mais positiva a da interna. Em contrapartida, um cáster menor faz a direção ficar mais leve. A diferença entre as rodas também é importante: cáster muito desigual faz a direção puxar para o lado em que o ângulo é menor.

As especificações da geometria de suspensão podem se desajustar com o desgaste de componentes ou devido a impactos em buracos, lombadas e obstáculos. O desalinhamento da direção prejudica a estabilidade, pois os pneus deixam de trabalhar na posição especificada pelo fabricante. Ocorre também consumo prematuro e irregular da banda de rodagem, desgastando-a em "escamas", em "ondas" (diagonalmente) ou mais em um dos lados. O maior atrito gerado pela posição de trabalho inadequada pode até mesmo aumentar o consumo de combustível.

Por isso, deve-se checar o alinhamento sempre que houver forte impacto em buracos e obstáculos; quando for substituído qualquer componente de suspensão ou direção; os pneus se desgastarem em excesso ou de forma irregular; ou o carro apresentar tendências de instabilidade nas curvas e nas frenagens. Mesmo que nada disso ocorra, é conveniente alinhar a direção a cada 10 mil km para compensar o desgaste e surgimento de folga nos componentes.o solo.o!ntrole das oscilações da mola e também visa manter a roda em contato contínuo com o chão.

Balanceamento

O Balanceamento de rodas consiste em equilibrar (compensar) o excesso ou má distribuição de massas no conjunto pneu e roda. O contra peso (chumbo) é utilizado para compensar a área da roda que apresenta desigualdade de peso favorecendo o equilíbrio no conjunto.balanceadora

Um veículo que apresenta uma vibração na carroçaria a uma velocidade acima dos 60 Km/h pode ter como causa o desbalanceamento das rodas traseiras, sendo que nas mesmas condições de dirigibilidade se a vibração for sentida no volante de direção, teremos um provável desbalanceamento nas rodas dianteiras. Com o tempo, esse chumbo poderá cair, ou descolar, fazendo com que a roda fique desbalanceada (explicando a trepidação), provocando um desgaste precoce do pneu.O balanceamento pode ser feito tanto com as rodas no carro (usando balanceador local), como com as rodas fora do carro (balanceador de coluna). Obs.: Com rodas amassadas, pneus remold ou deformados, o resultado dificilmente será o correto. Segundo a Pirelli o balanceamento deve ser refeito a cada 10.000KM, por ocasião da troca dos pneus ou quando surgirem vibrações.

Rodizío de Pneus

Rodízio é o nome dado ao ato de inverter os pneus entre os eixos dianteiro e traseiro. Serve para que os mesmos,tenham um desgaste uniforme, aproveitando o máximo deles. O recomendado é fazer Geometria, Balanceamento e Rodízio a cada 10.000km, em casos normais. Mesmo se o veículo aparentemente não necessitar de tal manutenção, ela é necessária

 

Rebaixamento de Veículos e Escapamentos

Se existe um item na manutenção do automóvel que a maior parte dos motoristas não dá a mínima atenção, o escapamento é, sem dúvida alguma, o sistema que mais passa despercebido. Ou melhor, só é lembrado quando começa a incomodar, com batidas inconvenientes na parte debaixo do carro ou, então, quando está caindo aos pedaços e fica com aquele barulhão infernal.

O escapamento do carro tem como função principal a eliminação de gases, que são gerados após a queima nos cilindros. Ou seja, a finalidade básica é essa, conduzir os gases resultantes, devidamente filtrados para amenizar a poluição. Mas esse equipamento também tem a tarefa de proporcionar conforto, ao deixar o barulho do motor no nível de ruído determinado pela legislação vigente. Além, é claro, de evitar que os gases tóxicos invadam o interior do automóvel.

O sistema de escapamento deve ser examinado a cada três meses ou 20 mil quilômetros. Nessas inspeções, os fixadores e abraçadeiras são os principais componentes a serem avaliados. No caso de uso em estradas esburacadas, trechos irregulares ou mesmo se o carro sofreu algum impacto na parte inferior, esses itens devem ser verificados. Lembre-se também de lavar a parte de baixo do veículo de tempos em tempos. Na lavagem é importante utilizar somente água e sabão neutro, para não ressecar as borrachas de sustentação.

Um fator que contribui para o rápido desgaste do escapamento é a má qualidade do combustível, principalmente a adulteração. A peça que mais sofre é o catalisador, que tem sua vida útil reduzida drasticamente. Para se ter uma ideia da involução dos combustíveis, 30 anos atrás o sistema de escapamento de um automóvel durava de 4 a 5 anos, quando a gasolina era mais pura e com menor concentração de álcool. Nos modelos atuais, chega a no máximo 3 anos. Em parte, isso só em função da qualidade do combustível.

Certos componentes são feitos com chapa de aço inoxidável, como o catalisador, por exemplo. Outras partes do sistema são produzidas em aço galvanizado. Vale destacar, que ao contrário do que muitos sugerem, não há conserto para os componentes desse sistema. Qualquer dano deve ser resolvido apenas com a substituição. Isso faz parte mesmo, não tem como fugir.

Com o tempo de uso é natural que o sistema se deteriore, principalmente por causa da oxidação que pode ocorrer em razão da combustão interna do motor, que elimina água. As partes comprometidas devem de ser substituídas. É bom saber que os cuidados com o escapamento contribuem para o bom rendimento e consumo do motor, além de manter o nível de ruído de acordo com a regulamentação.

 

Limpeza de Bico e Troca de Óleo

O QUE É:

É um procedimento relativamente simples, que consiste na remoção de obstruções que comprometem o funcionamento da válvula injetora (também chamada de bico injetor), que é formada por um corpo cilíndrico, que armazena combustível pressurizado, e uma agulha móvel, responsável pelo controle da vazão do combustível. Cada movimento da agulha dura milésimos de segundo e libera uma pequena quantidade de combustível, formando um spray que se mistura ao ar no coletor de admissão. Se os bicos estiverem sujos, devem ser colocados numa máquina apropriada, que fará a limpeza por ultrassom injetando também um líquido à base de querosene.

QUANDO FAZER:

Fabricantes de automóveis e sistemas de injeção garantem que os bicos são autolimpantes, sendo difícil ou quase impossível a formação de resíduos. O que significa que uma oficina nunca deveria sugerir a limpeza como manutenção preventiva, apesar de essa ser uma desculpa comum. De fato, só poderá ser feita em casos excepcionais, quando há acúmulo de partículas que alteram o spray de combustível. “Por mais aperfeiçoada que seja a tecnologia do bico, não podemos negligenciar que impurezas no combustível podem vir a comprometer seu funcionamento”, diz Eduardo Polati, engenheiro da Power- Burst, empresa de pesquisa na área de motores. Os principais sinais de entupimento são aumento no consumo, funcionamento irregular e desempenho fraco. Mas é fácil prevenir o problema. Basta usar combustível de qualidade (de preferência aditivado) e ficar atento ao filtro de combustível, seguindo os prazos de troca de manual. “A maioria das falhas associadas a impurezas nos bicos está relacionada à saturação do filtro. Como na maioria dos carros ele está localizado perto ao tanque, local de difícil acesso, poucos proprietários se lembram disso”, diz Polati.

Troca de Óleo

Filtro de óleo - Conforme previsto no manual do seu carro, a troca de óleo é recomendada a cada 15.000 Km. Entretanto, é aconselhável sua substituição a cada 7.500 km caso o veículo seja utilizado numa das seguintes condições: reboques, estradas lamacentas, arenosas ou poeirentas, trajetos curtos inferiores a 8 Km, motor que roda frequentemente em marcha lenta ou em distâncias longas com baixa velocidade (ex.: táxi, veículos de entrega de porta em porta ou veículo de patrulha)”. O filtro antigo, se não for substituído, pode ficar saturado, não cumprindo a sua função principal, de retenção de partículas nocivas ao sistema de lubrificação do motor.
 
Filtro de ar - O filtro de ar deve seguir as mesmas recomendações citadas acima, além de uma inspeção do elemento filtrante a cada 500 Km que, caso se encontre muito sujo, deverá ser substituído antes do prazo especificado na manutenção.  É importante lembrar que não se deve limpar o filtro com jato de ar, já que esta ação pode forçar a penetração de impurezas para a parte interna do elemento filtrante, piorando a sua condição de uso, fazendo com que o motor passe a aspirar impurezas que podem danificá-lo.
 
Além dessas recomendações, é sempre importante ficar atento às orientações das revisões do veículo no manual do carro.

Simples à primeira vista, a troca do óleo é muito mais importante para a vida útil do motor do que muitos imaginam. Uma lubrificação deficiente pode causar desde danos mais simples - como redução de desempenho e aumento do consumo de combustível - até o temido diagnóstico de "motor fundido", que pode representar até metade do valor do automóvel na hora de conserto. Com o objetivo de derrubar mitos e esclarecer as principais dúvidas dos motoristas, ouvimos especialistas no assunto para descobrir as melhores dicas para fazer seu óleo (e motor) durar mais.

Deve-se usar aditivo no óleo?

A resposta para essa pergunta, como explica Eduardo Polati, diretor da PowerBurst, empresa de tecnologia de fluidos para competição, é "complexa e polêmica e se trata de uma escolha do usuário". Isso porque, se for usado óleo do mais alto nível API, o aditivo não se faz necessário. "Em alguns casos, há o aumento da potência em função da redução de atrito promovida por agentes modificadores de fricção contidos nesses aditivos, mas poucos apresentam essa competência", diz o especialista. Os fabricantes de óleo, por sua vez, não recomendam aditivos. Segundo eles, já há um pacote de aditivo balanceado no óleo, por isso, o uso de aditivos extras pode até comprometer a vida útil do motor.

É preciso trocar o óleo na metade do prazo quando se roda só na cidade?

O tempo para a troca de óleo deve ser reduzido pela metade nos casos de "uso severo", situação que consta em quase todos os manuais de proprietário. Essa definição aplica-se a motoristas que enfrentam grandes engarrafamentos (com velocidade média inferior a 10 km/h), estradas com muita poeira, barro ou lama, ou quando o veículo roda no máximo 5 km por viagem. "Minha esposa, professora, sai de casa, roda 3,5 km até chegar à escola, fica parada a manhã toda e depois, no fim da tarde, vai para casa, fazendo o percurso inverso. Nesses casos, o motor não atinge a temperatura ideal de trabalho e toda a condensação de água e combustível não queimado vai para o cárter e contamina o óleo, fazendo com que ele tenha a viscosidade reduzida. Isso causa a oxidação e a degradação do lubrificante", explica Silvio Riolfi Junior, especialista técnico da Chevron Lubrificantes.

Utilizar a marcha lenta por longos períodos também é considerado um fator crítico para a lubrificação, que se torna mais eficiente quanto mais alta for a rotação do motor, ou seja, quando o motorista conseguir desenvolver uma velocidade constante. Na prática, porém, nem sempre as concessionárias exigem que o motorista que roda nessas condições mais críticas faça a troca de óleo na metade do prazo previsto, quando o veículo ainda está sob garantia. Nessa situação, o proprietário pode pedir para que seu caso seja incluído no plano de uso severo.

O filtro precisa ser substituído a cada troca de óleo?

"Trocar óleo e manter o filtro é o mesmo que tomar banho e não trocar de roupa", diz Riolfi. Apesar de cada veículo ter uma especificação, a recomendação geral é a substituição de óleo e filtro juntos, já que o segundo impede a circulação de impurezas no motor. "Se você comparar a manutenção corretiva com a preventiva, que é substituir o filtro de forma correta, a relação custo-benefício é muito maior. Não trocar o filtro pode comprometer peças que têm um custo elevado se comparadas à economia de economizar no filtro", afirma Raul Cavalaro, gerente de desenvolvimento de produtos da fabricante de filtros Mann.

Limpeza de Bico

A causa da limpeza de bicos é muito a atribuída a qualidade do nosso combustível(Muitas vezes adulterado e muito contaminado), de fato, ela não ajuda. Porém, a gasolina possui diversos hidrocarbonetos, todos misturados e cada um com uma função diferente. Esses hidrocarbonetos podem oxidar em determinadas condições, mais especificamente quando em condições de calor e em contato com o ar. Em outras palavras, é quando a gasolina está estocada que o “bicho pega”.

Acontece que a gasolina quando em contato com o ar e calor, oxida, e produz uma espécie de goma. Inicialmente essa goma pode ficar suspensa pelo combustível, mas a reação pode também se agravar, e a goma vir a formar um verniz, este muito perigoso. A goma possui aspecto resinoso e pegajoso quando quente, ao esfriar endurece formando um tipo de verniz.

Este fenômeno é muito comum na gasolina, é uma característica dela, embora com uso de aditivos para prevenção sua incidência diminua, entretanto impedir que aconteça até agora parece impossível. Existem dois pontos conhecidos onde esses fenômenos geralmente acontecem, no tanque e nas válvulas injetoras(este conhecido como Heat Soak).

O sistema fica contaminado devido a goma estar em solução nos seus primeiros momentos, alcançando diversos pontos do sistema de alimentação, com o aumento da temperatura a goma chega ao seu estágio resinoso, é também quando se estabelece em algum ponto do sistema. Com a parada do sistema(motor desligado), a temperatura cai, então goma endurece e forma o verniz. Este verniz é muito característico por entupir, travar e queimar bicos, válvulas e a bomba de combustível.

 

Baterias / Extintores / Limpador de Parabrisas

As baterias dos automóveis não duram para sempre. Logo, se você perceber que as luzes estão fracas e já faz 3 anos ou mais desde que trocou a bateria pela última vez, ou o carro precisou de uma chupeta, talvez seja hora de trocar a bateria. Você pode levar o carro em um mecânico de confiança ou fazer isso por conta própria. Trocar a bateria é fácil para a maioria dos automóveis e pode ser feito com poucas ferramentas.

A revisão da bateria automotiva juntamente com a do sistema elétrico do veiculo (motor de partida, alternador e cabos elétricos) devem ser feitos juntos com a revisão periódica do automóvel, mas com a chegada do inverno uma atenção especial para a bateria tem que ser dada, pois com temperaturas baixas ela é mais exigida pelo motor e quando menos se espera você fica literalmente na “mão”.

Isto na maioria das vezes acontece por culpa do proprietário, sendo que na maioria dos casos sua bateria já estava com sinais de desgaste que seriam facilmente identificados por uma revisão.

Em algumas situações a bateria automotiva já nos da alguns sinais que podem levar a problemas como descarregamentos na hora da partida, são eles:

- Partida muito lenta pela manha (famosa partida pesada) e no resto do dia funciona normalmente.

- Dificuldade de partida após usar por um curto período algum acessório eletrônico como: cd-player, dvd-player, vidros elétricos, ar forçado, luz interna e outros.

- Alta exigência do alternador após as partidas.

- Dificuldade na partida após poucos dias sem funcionar o motor.

Extintores

Um equipamento quase sempre esquecido pode ser capaz de salvar vidas. A quantas anda o extintor de incêndio do seu carro? O certo é não esperar uma tragédia, como a que ocorreu em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, acontecer para tomar providências relacionadas à segurança. Porém o incêndio na boate, que deixou mais de 230 mortos, nos faz pensar que é preciso tomar medidas para prevenir uma situação como aquela. Mesmo que seja em bem menor proporção, é bom ficar atento a detalhes que passam despercebidos no nosso dia a dia, mas que podem deixar o cotidiano mais seguro.

Não é preciso gastar muito tempo nem dinheiro para manter o equipamento em dia. Existem dois tipos de extintores de incêndio automotivos no mercado. Um tem validade de um ano e é usado em carros fabricados antes de 2004. O outro, para automóveis fabricados depois desta data, é válido por cinco anos. O extintor de incêndio do seu carro está em dia?"A única coisa que a pessoa precisa fazer é verificar de seis em seis meses as informações que estão no próprio extintor, como a pressão e a data de validade dele. É fácil e pode evitar um problema maior", afirma o especialista e proprietério de oficina mecânica.

O proprietário do carro que não tiver um extintor ou circular com o equipamento descarregado ou fora do prazo de validade está cometendo uma infração grave, com multa de R$ 127,69 e cinco pontos na carteira de motorista. "Caso algum problema seja verificado, o documento ficará retido e só será liberado depois de regularizado e passado pela vistoria do Detran. O proprietário tem prazo de 48 horas para regularizar a situação", explica o diretor de Fiscalização do Detran-PE, Sérgio Lins.

Outras duas medidas simples também devem ser tomadas para evitar qualquer incidente. "É importante tirar o plástico do extintor quando ele é novo. E também verificar se a trava que o mantém seguro no carro não está enferrujada. Se tiver, é bom passar um lubrificante para que ela não emperre na hora que for preciso"

 

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