Quando se trata de comportamento profissional nas gerencias e lideranças de empresas, temos vários aspectos para serem analisados. Porem, um dos assuntos mais discutidos nas rodas de recursos humanos, é a tal “arte de liderar pessoas”, ou como gerenciar equipes vencedoras.
Não é de hoje, que estes desafios são enfrentados pelas empresas, mas historicamente temos visto que nos últimos vinte anos o assunto vem ganhando destaque, e fazendo com que empregadores e empregados passem pelo desafio de se conhecer melhor, ou a se relacionar melhor.
No início do século XX, o mundo passava por uma franca expansão dos meios industriais e tecnológicos, que culminaram na vertiginosa corrida pelo lucro e pela produção recorde. Se de um lado crescíamos na força produtiva, do outro passávamos despercebidos pela formação adequada de novos lideres e gerentes capazes de construir lucro e valores humanos para geração de um novo comportamento corporativo.
O resultado deste processo criou uma dolorosa crise de cultura gerencial nos meios produtivos. Ou seja, as empresas passaram a perder valores humanos, e a sofrer com casos de assédio dos colaboradores. Criou-se a idéia de que o bom chefe era aquele que sabia se impor, que falava grosso. Com isso, o chefe jamais era contrariado, e nunca poderia ser questionado. Uma frase muita usada nas fábricas era:
“Fala quem pode, e obedece quem tem juízo”
O fato é que com a chegada do século XXI, nossa cultura gerencial esta mudando, e a revolução não é mais industrial ou tecnológica, e sim comportamental. Hoje as empresas estão à caça de lideres, talentos do comportamento humano. Pessoas que saibam pedir e não impor metas aos seus colaboradores. Quem sabe pedir recebe. Quem impõe ganha chateação.
Um bom líder sabe agregar pessoas e multiplicar resultados. Saber pedir, não é uma técnica, é simplesmente saber que você esta lidando com gente, e essas para gerar resultados precisam de segurança e liberdade. “Quem ainda está na época do “chefe mandão” está construindo insegurança e o que chamo de ”Distúrbio da Inferioridade”. Trata-se do estado frágil e de baixa autoconfiança que uma equipe adquiriu.
Você que é gerente, ou chefe de qualquer setor, não espere mais para mudar. Comece a partir de hoje a capacitar sua personalidade e comportamento. Seja mais ouvinte, e menos falante. Aprende a pedir resultados sem magoar ou impor regras ou metas impossíveis. Trate seus colaboradores com respeito e admiração, pois serão eles que vão levar resultados para a empresa. Quanto mais autoconfiantes estiverem, maiores serão os resultados alcançados.
Quem sabe pedir, prospera!
Rogério Novaes, Graduado em Comunicação Social, Professor, Consultor; Colunista, Palestrante e Especialista em Marketing e Motivação.
Informações para palestras e treinamento:
(019) 9106.7848 ou 3933.3133
E-mail: rogerio.novaesmkt@gmail.com
Site: www.rogerionovaes.com.br
Twitter: www.twitter.com/rogerionovaes
Não há comentários para esta notícia. Seja o primeiro a comentar!
Para comentar esta notícia, você deve estar logado.
Caso já seja cadastrado, efetue seu login nos campos ao lado, ou clique no botão abaixo para se cadastrar!
Clique aqui para se cadastrarInforme seu e-mail e senha nos campos abaixo para efetuar o login.