Por: Patrícia Cholakov, às 18:40h
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A redução de IPI (imposto sobre produto industrializado) para materiais de construção que acabaria em junho foi prorrogada até final de dezembro de 2010.
Com o suposto fim da isenção, a concentração de venda dos materiais aumentou, gerando grande demanda e aumentando ainda mais os valor dos produtos. Essa concentração levou o Ministro Guido Mantega a aumentar o prazo para os consumidores.
Segundo o ministro, a medida deve incentivar os investimentos no setor, que para Mantega é mais um bem de capital do que de consumo.
O mercado de materiais de construção é o único que será beneficiado com a redução do IPI até o final do ano. Já que a economia do país já se aqueceu e retomou o incentivo ao consumo interno.
Segundo a Abramar (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção), o resultado acumulado no primeiro bimestre deste ano apresentou crescimento de 16,31% em relação à igual período de 2009.
A redução de IPI deve beneficiar consumidores de grande quantidade de materiais. Em pequena escala, o desconto chega a ser insignificante. Segundo Ozéias Leme da Silva, encarregado de loja da Cebramat Materiais de Construção, a redução do IPI pode ser um incentivo à compra, mas as pequenas revendedoras não sentem diferença significativa. “Para grandes empresas ou construtoras, a redução do IPI certamente apresenta vantagens”, afirma.
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